quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

LEONE VALENÇA


                                                      O HOMENAGEADO DR. LEONE


Francisco Leone de Souza Valença 

Nasceu na cidade de São Bento do Una no dia 30 de outubro de 1932. Seus primeiros estudos foram feitos na cidade de São Bento do Una, o 2º grau no Colégio Padre Félix, no Recife; em nível de 3º grau é formado em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco, tendo concluído em 1961. É aposentado pelo Instituto Nacional da Segurida Social, foi Secretário de Cultura no governo Paulo Bodinho de 1993 a 1996 e no governo Paulo Afonso de 2001 a 2004 da Prefeitura Municipal de São Bento do Una.
Artisticamente foi influenciado pelo seu irmão Nelson Valença, detentor de inúmeros sucessos gravados pelo imortal Luiz Gonzaga. Com esta influência, Leone Valença tornou-se um grande compositor, gravando na década de 80 Recordando São Bento, oficialmente reconhecido como o hino da cidade, e em parceria compôs também o hino da Escola Estadual Rodolfo Paiva. Além de compositor, LEONE VALENÇA é também, poeta caricaturista, desenhista, poeta e grande pesquisador da história de São Bento do Una. Grande desportista, foi o fundador da Associação São-bentense de Atletismo (ASA), bem como, destacando-se como jogador.

MATADOURO PÚBLICO DE LAJEDO É INTERDITADO


O médico Pedro Melo, de Lajedo, também tem seu blog, que hoje cedo publicou a seguinte nota, antecedida da foto acima:

"Conforme denunciamos e antevemos aqui mesmo neste blog e nas redes sociais, o Matadouro Público Municipal não reúne as mínimas condições de funcionamento. Flagramos um boi em estado de putefração no último final de semana e alertamos ao caos instalado naquela repartição.

Para proteger a população, de maneira coerente e sensata, a ADAGRO interditou por absoluta falta de funcionamento o Matadouro Público de Lajedo. Os agentes estão, neste momento, apenas aguardando o final da matança (que é realizado as terças-feira) para lacrar o local".

Na verdade os matadouros públicos da maioria dos municípios pernambucanos se encontram em situação delicada. Há risco de interdição em outras cidades e o Governo do Estado tem um projeto de ajudar a construir 50 novas unidades da abate nos lugares mais críticos. Como Antônio João é prefeito de Lajedo e pré-candidato em Garanhuns, tudo que acontece em sua cidade vira notícia. O Dr. Pedro Melo, que já foi aliado de Dourado e hoje faz oposição cerrada, botou pra quebrar. (R.A.).
fonte:robertoalmeida

O incrível Zé Mota



Recife conhece o desabafo de ilustre hipocondríaco ao sair de consultório médico onde, pela enésima vez, lhe foi repetido que de nada padecia: - Quero saber, quando morrer, o que alegarão como causa mortis. Nada? 

Pois de nada, e sem hipocondria, se foi um primo meu. Não podia ser diferente. Durante toda a vida fugiu ao convencional. Foi coroinha sem pronunciar uma única palavra em latim, então idioma das cerimônias católicas. Soldado, quando da Segunda Guerra, deixou de seguir às batalhas, pela nobre razão, como contava, de melhor que ninguém lustrar as botas do Tenente Schneider, essenciais à defesa da pátria. 

Em suas infâncias, que foram muitas, e adolescências também plurais, não conviveu com as ladeiras-abaixo, o resfolegar dos náufragos à tona, as coroas de louros. Cresceu imune ao estresse. 

Por quatorze anos, em três mandatos, exerceu as funções de prefeito da sua - e minha - São Bento do Una, sem ser tocado pela vaidade ou o mandonismo. Envaidecia-se, porém, de duas obras. Uma, a criação do ginásio municipal, hoje estadual, para cuja oficialização utilizou os métodos menos ortodoxos, como tomar emprestado a sala de visitas de um amigo para compor o mobiliário exigido pelo órgão homologador. Devolveu as peças no dia seguinte ao da inspeção. O mesmo fez com laboratório cedido por colégio de padres de cidade vizinha. Necessário, ainda, um número mínimo de alunos, matriculou-se no curso de admissão e com ele fez matricular vereadores, funcionários e amigos. Também adversários, que inimigos não tinha. Suficiente que não houvessem cursado o ginasial. Outra, a inauguração do sistema de água encanada. Disse-me quando planejava a obra: - Todo o dinheiro da municipalidade vai para a água. Se não colocar a distribuição para funcionar até o fim do mandato vou ser escrachado pelo povo, mas se conseguir chegar lá tô realizado. Inaugurou. Dizem que no momento do descerramento da placa, ao lado do governador, não resistiu, afrouxou a gravata, tirou paletó e sapatos e mergulhou no reservatório. Sempre negou o gesto. Eu acredito. 

Na juventude trabalhou num lugarejo, onde, a par das tarefas de gerente de entreposto leiteiro, participou com tal intensidade da vida do povoado que foi homenageado com versos d’uma toada de vaqueiros: “É padre, é mestre, é doutor/ é juiz, é promotor/ é o moço mais distinto/ da Capoeira do Pinto/ também sabe advogar/ faz casamento e celebra/ as forças dos velhos quebra/ e ensina moça a dançar.” 

Curso primário incompleto, embora orador eloqüente, comunicava-se com o povo na língua que vinha da boca do povo, na língua errada do povo, língua certa do povo, porque ele é que fala gostoso o português do Brasil, como disse Bandeira. Mesmo assim, nem sempre era entendido. Usava, então, de outros meios. Quando trovoada cavou enorme vala em rua pobre, procurado por uma velhinha que se dizia impossibilitada de entrar em casa, resolveu à sua maneira. Pouco adiantaria dizer sobre grandes obras, licitações, concorrências. Explicou, então, que sendo a chuva enviada por Deus, melhor ir devagar. Numa semana uma britazinha, noutra um pouco mais. Quando Deus notasse o conserto já estaria pronto. Sem afrontá-Lo. 

Crenças acolhia todas. Ao casar, acatou orientação para controle do número de filhos. Bastante, nos quatro primeiros colocar nomes cujas iniciais formassem a palavra Deus. Daí, Danilo, Eliane, Uleide e Sara. Pouco depois, a mulher com quem viveu 53 anos, e continuava a chamar Meu Cravo, engravidou. Gêmeos. Resignou-se: - Agora, vou formar a frase Deus Proteja Esta Casa. Não chegou a tanto. Nove, no total. Todos ex-alunos do ginásio. 

Assisti seu sepultamento e, ao ver o tamanho do cortejo, lamentos e orações por aquele que já não detinha qualquer poder, concluí que somente de nada poderia morrer. E, como nada não mata, ele, que sempre teve ares de eternidade, continua vivo. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Bento do Una



São Bento do Una é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Administrativamente é composto pelos distritos sede e Espírito Santo, e pelos povoados de Jurubeba, Pimenta, Queimada Grande, Manicoba e Gama.

História

São Bento do Una nasceu espontaneamente, por volta de 1825, originada do que foi uma fazenda chamada Santa Cruz, pertencente a Antônio Alves Soares, fugitivo da grande seca que chegou à região em 1777. Em pouco tempo, com a chegada de mais colonos, toda a região dos vales do Rio Una, Ipojuca e Riachão tornou-se habitada e próspera.
Preocupados com o incomum aparecimento de cobras venenosas naquelas inóspitas paragens, os novos habitantes, demonstrando profundo sentimento religioso, invocaram em preces fervorosas a proteção de São Bento, santo reconhecido como protetor das vítimas dos ofídios. E foram tantos os apelos, e tanto se falou em São Bento, que culminou com a mudança de nome do lugar para "Povoado de São Bento".
Com a chegada de mais pessoas, inclusive o Padre Francisco José Correia, fez-se erigir um imenso cruzeiro, transformado anos depois, na Capela onde surgiria a Igreja Matriz.
A emancipação política ocorrida em 30 de abril de 1860 transformou o próspero Povoado em Vila, desmembrando-se de Garanhuns.
Tendo em vista o desenvolvimento da vila, São Bento foi elevado a categoria de cidade através da Lei Estadual 440, de 8 de junho de 1900.
Pelo anexo do decreto-lei estadual n. 952, de 31 de dezembro de 1943, quase meio século depois, para evitar que seu nome fosse confundido com outras localidades que possuíam o mesmo nome, foi-lhe acrescentado o "do Una", inspirado no nome do rio homônimo que corta a cidade. Segundo o escritor são-bentense Gilvan Lemos, a ideia de acrescentar a expressão "do Una" ao topônimo São Bento foi do general João Augusto de Siqueira, também filho da cidade.

Geografia

Localiza-se a uma latitude 08º31'22" sul e a uma longitude 36º26'40" oeste, estando a uma altitude de 614 metros. Sua população estimada em 2007 era de 47 230 habitantes.

Relevo

O município localiza-se no Planalto da Borborema

Vegetação

A vegetação nativa é composta por Florestas Subcaducifólica e Caducifólica

Hidrografia

O município está nos domínios da Bacia Hidrográfica do Rio Una. Seus principais tributários são: os rios Una, Ipojuca e da Chata, e os riachos: Liberal, Logradouro, Vieira, da Igrejinha, da Porteira, Riach ão, da Onça, Pau Ferro, do Buraco, Mimoso, da Queimada, do Retiro ou Olho d’ Água das Pombas, da Macambira, da Jurubeba, Fundo, Xucurus, do Mandante, do Estreito e Cafofas, todos intermitentes.
O município dispõe ainda dos açudes Novo e Gama.

Personalidades

  • Alceu Valença
  • Gilvan Lemos
  • Euda Lídia Cavalcante Luther
  • Turismo

    • Julho: "Corrida da Galinha", competição com premiações em brindes e dinheiro, além de atrações musicais. O evento já faz parte do calendário turístico de Pernambuco[carece de fontes].
    • 28 de dezembro a 7 de janeiro: "Festa de Reis", com atrações musicais, parque de diversões e comidas típicas, além das festividades católicas.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ACIDENTE MATA MAIS UMA ESTUDANTE DA AESGA

A estudante Iara Sobreira (foto), do 3º período do Curso de Direito da FDG Garanhuns, morreu neste domingo num acidente de carro, nas proximidades da fábrica da Bom Leite, em São Bento do Una. A jovem, de 30 anos, tinha se casado há pouco tempo. Seus colegas começaram a noticiar a fatalidade ontem à noite mesmo, pelo facebook e a informação depois foi postada por Ronaldo César, em primeira mão, em seu blog.

No dia 24 de outubro passado, Emanuelle Cavalcante Pereira da Costa, Manu, morreu também vítima de acidente, depois do povoado Neves. Esta era estudante do curso de Administração da AESGA e sua morte causou comoção em Garanhuns e Caetés, terra natal do seu pai.

A Autarquia Municipal de Garanhuns, infelizmente, mais uma vez está de luto, assim como toda a comunidade do Agreste.


NOTA DE FALECIMENTO

 É COM EXTREMO PESAR QUE A PRESIDENTE DA AUTARQUIA DO ENSINO SUPERIOR DE GARANHUNS (AESGA), ELIANE SIMÕES SILVA VILAR, COMUNICA AOS ALUNOS, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA AESGA O FALECIMENTO DA ALUNA DO 3º PERÍODO VESPERTINO DO CURSO DE DIREITO DA AUTARQUIA, IARA SOBREIRA DA SILVA, OCORRIDO NESTE DOMINGO DIA 12 DE FEVEREIRO.

O CORPO DE IARA SOBREIRA SERÁ VELADO NO ROTARY CLUBE DE LAJEDO E O SEPULTAMENTO ESTÁ PREVISTO PARA ACONTECER ÀS 15 HORAS DESTA SEGUNDA-FEIRA.

A PRESIDENTE DA AUTARQUIA E OS COORDENADORES DO CURSO DE DIREITO DA FDG INFORMAM, PORTANTO QUE, EM VIRTUDE DE TAL FATALIDADE, AS AULAS PARA OS ALUNOS DO 3º PERÍODO VESPERTINO DA FDG ESTARÃO SUSPENSAS NESTE DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2012.

ELIANE SIMÕES SILVA VILAR
Presidente da AESGA

MÁRCIO BASTOS SÁ BARRETO
Coordenador da Faculdade de Direito de Garanhuns - FDG

ADRIANA PEREIRA DANTAS DE CARVALHO
Coordenadora da Faculdade de Direito de Garanhuns - FDG